{"id":1987,"date":"2019-11-01T12:05:21","date_gmt":"2019-11-01T14:05:21","guid":{"rendered":"https:\/\/mdm.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-2021-02-grad-ead\/?p=1987"},"modified":"2025-05-20T16:33:45","modified_gmt":"2025-05-20T19:33:45","slug":"unidade-2-harmonizando-e-reamonizando","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/2019\/11\/01\/unidade-2-harmonizando-e-reamonizando\/","title":{"rendered":"Unidade 2 &#8211; Harmonizando e Reamonizando"},"content":{"rendered":"<h3>Objetivos<\/h3>\n<ul>\n<li>Revisitar os conte&uacute;dos da disciplina&nbsp;<span class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"&lt;div class=glossaryItemTitle&gt;Harmonia&lt;\/div&gt;&lt;div class=glossaryItemBody&gt;Conjun&ccedil;&atilde;o dos sons musicais que se estrutura de maneira vertical (acordes), para a direcionalidade do discurso musical (DOURADO, 2004).&lt;\/div&gt;\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>Harmonia<\/span>, observando as compet&ecirc;ncias que dialogam com o universo do&nbsp;<span class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"&lt;div class=glossaryItemTitle&gt;Arranjo&lt;\/div&gt;&lt;div class=glossaryItemBody&gt;Obra musical que consiste na adapta&ccedil;&atilde;o e recria&ccedil;&atilde;o, a partir de outra obra musical j&aacute; existente (DOURADO, 2004).&lt;\/div&gt;\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>arranjo<\/span>.<\/li>\n<li>Compreender os conceitos relacionados a sofistica&ccedil;&atilde;o harm&ocirc;nica, ou seja, a&nbsp;<span class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"&lt;div class=glossaryItemTitle&gt;Rearmoniza&ccedil;&atilde;o&lt;\/div&gt;&lt;div class=glossaryItemBody&gt;O mesmo que modificar a harmonia de uma m&uacute;sica e\/ou can&ccedil;&atilde;o (DOURADO, 2004). &lt;\/div&gt;\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>rearmoniza&ccedil;&atilde;o<\/span>.<\/li>\n<li>Perceber a import&#xE2;ncia da inser&#xE7;&#xE3;o de acordes alheios no campo harm&#xF4;nico, como dominantes individuais e acordes de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel.<\/li>\n<li>Adquirir habilidades e compreender o trabalho de modula&#xE7;&#xE3;o e transposi&#xE7;&#xE3;o musical, bem como a import&#xE2;ncia dos acordes piv&#xF4;s no universo do arranjo e composi&#xE7;&#xE3;o.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Conte&#xFA;dos<\/h3>\n<ul>\n<li>Revis&#xE3;o de campo harm&#xF4;nico nas tonalidades: maior e menor.<\/li>\n<li>Revis&#xE3;o de acordes relativos.<\/li>\n<li>Harmoniza&#xE7;&#xE3;o de melodia folcl&#xF3;rica, usando os graus principais da tonalidade, I &#x2013; IV &#x2013; V7, e seus relativos.<\/li>\n<li>Rearmoniza&#xE7;&#xE3;o&#xA0;usando acordes alheios ao campo harm&#xF4;nico &#x2013; dominantes individuais e acordes de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel.<\/li>\n<li>Apresenta&#xE7;&#xE3;o de transposi&#xE7;&#xE3;o e acordes piv&#xF4;s para processos modulat&#xF3;rios.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Problematiza&#xE7;&#xE3;o<\/h3>\n<p>Qual a import&#xE2;ncia de sabermos harmonizar uma melodia, usando os graus principais da tonalidade? E quais seriam as boas maneiras para sofisticar essa&#xA0;harmonia, usando acordes alheios ao campo harm&#xF4;nico? Acordes piv&#xF4;s: qual a import&#xE2;ncia dos mesmos para usarmos em modu&#xE7;&#xF5;es? Modu&#xE7;&#xE3;o e transposi&#xE7;&#xE3;o: qual a diferen&#xE7;a entre esses conceitos musicais?<\/p>\n<h3>Orienta&#xE7;&#xE3;o para o estudo<\/h3>\n<p>Bem, agora que j&#xE1; compreendemos a diferen&#xE7;a entre arranjo e composi&#xE7;&#xE3;o, navegamos pelo universo das texturas e nos habilitamos nas bases da cria&#xE7;&#xE3;o de frases, partamos para as quest&#xF5;es pr&#xE1;ticas relacionadas &#xE0; harmonia aplicada ao arranjo. Durante o estudo desta unidade, ser&#xE1; importante voc&#xEA; acessar os <em>links<\/em> indicados, pois, por meio deles, voc&#xEA; poder&#xE1; ler artigos e textos e assistir a v&#xED;deos colaborar&#xE3;o para que voc&#xEA; compreenda os conte&#xFA;dos.<\/p>\n\t<h2>1. Harmoniza&#xE7;&#xE3;o e Rearmoniza&#xE7;&#xE3;o<\/h2>\n<p>Nesta unidade, mostraremos algumas t&#xE9;cnicas cujo dom&#xED;nio auxiliar&#xE1; no momento da cria&#xE7;&#xE3;o de seus arranjos. N&#xE3;o pretendemos, contudo, esgotar as possibilidades, e sim apenas fornecer um ponto de partida para voc&#xEA; expandir seus horizontes.<\/p>\n<h3>Como podemos definir Harmoniza&#xE7;&#xE3;o Musical<\/h3>\n<p>Em m&#xFA;sica, a Harmonia &#xE9; o campo que estuda as rela&#xE7;&#xF5;es de encadeamento dos sons simult&#xE2;neos, ou seja, os acordes e suas fun&#xE7;&#xF5;es. Tradicionalmente, obedece a uma s&#xE9;rie de normas que se originam nos processos composicionais, efetivamente praticados por compositores europeus.<\/p>\n<p>Para trabalharmos a harmoniza&#xE7;&#xE3;o de uma melodia, partimos da inser&#xE7;&#xE3;o dos graus mais importantes do campo harm&#xF4;nico de uma tonalidade.<\/p>\n<p>Assim, se temos uma melodia em D&#xF3; Maior, os graus mais importantes ser&#xE3;o: I &#x2013; IV &#x2013; V7 (D&#xF3; Maior, F&#xE1; Maior e Sol Maior).<\/p>\n<p>Vamos ver no exemplo, em partitura!<\/p>\n<p>Partamos da melodia folcl&#xF3;rica de <em>O cravo e a rosa<\/em>, harmonizada da seguinte maneira, conforme a Figura 1:<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F1C2-1024x343.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"343\"\/><strong>Fonte<\/strong>: Silva (2016).<br>\nFigura 1 Melodia de <em>O cravo e a rosa<\/em>, harmonizada com os graus principais da tonalidade.\n<p>Note que a harmonia, nesse caso, contempla somente tr&#xEA;s acordes, ainda que invertidos: a t&#xF4;nica (C &#x2013; D&#xF3; Maior), a subdominante (F &#x2013; F&#xE1; Maior) e a dominante (G &#x2013; Sol Maior). Temos, ent&#xE3;o, as tr&#xEA;s principais fun&#xE7;&#xF5;es de acordes quando falamos sobre sistema tonal.<\/p>\n<p>Assista ao v&#xED;deo a seguir, que trata de como criar harmonias, a partir dos graus principais da escala:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"O Cravo - Exemplo Figura 1, p&#xE1;gina 19 do CRC\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/bjjoOUknDAU?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Vale lembrar que:<\/p>\n<ul>\n<li>A <strong>t&#xF4;nica<\/strong> representa o repouso, a resolu&#xE7;&#xE3;o das tens&#xF5;es.<\/li>\n<li>A <strong>subdominante<\/strong> enseja prepara&#xE7;&#xE3;o, movimento para frente &#x2013; sensa&#xE7;&#xE3;o de afastamento.<\/li>\n<li>A <strong>dominante<\/strong> pressup&#xF5;e tens&#xE3;o, expectativa, suspens&#xE3;o, requerendo resolu&#xE7;&#xE3;o que se resume na vontade de retorno ao estado inicial &#x2013; que &#xE9; a t&#xF4;nica.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Pensemos na seguinte imagem: uma pessoa em p&#xE9;, prestes a caminhar, quando parada, est&#xE1; em repouso. Nesse ponto, temos o acorde de t&#xF4;nica, em que o &#x201C;caminhar harm&#xF4;nico&#x201D; est&#xE1; em repouso. Em seguida, a pessoa inicia o movimento de caminhar, deixando o repouso. Aqui, nesse movimento de men&#xE7;&#xE3;o do caminhar e de in&#xED;cio do caminhar, podemos enxergar a fun&#xE7;&#xE3;o da subdominante, que come&#xE7;a a trazer movimento para a fun&#xE7;&#xE3;o harm&#xF4;nica. Depois, o caminhar em si, almejando tornar &#xE0; posi&#xE7;&#xE3;o inicial de repouso, antes do primeiro passo, pode ser visto como a dominante, requerendo resolu&#xE7;&#xE3;o que se resume na vontade de retorno ao estado inicial &#x2013; que &#xE9; a t&#xF4;nica.<\/p>\n<p>Diante disso, ao construirmos tr&#xED;ades sobre cada grau da escala de D&#xF3; Maior (C), veremos que os acordes I, IV e V compartilham 2\/3 das notas dos demais graus do campo harm&#xF4;nico:<\/p>\n<p>Exemplo:<\/p>\n<ul>\n<li>O II grau (Dm) compartilha 2 notas com o IV grau (F).<\/li>\n<li>O III grau (Em) compartilha 2 notas com o V grau (G).<\/li>\n<li>O VI grau (Am) compartilha 2 notas como o I grau (C).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Observe as Figuras 2 e 3:<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F2C2-1024x135.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"135\"\/><strong>Fonte<\/strong>: adaptado do editor de partituras Musescore (2021).<br>\nFigura 2 Campo harm&#xF4;nico maior &#x2013; apresentando notas em comum entre os acordes.\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F3C2-1024x271.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"271\"\/><strong>Fonte<\/strong>: adaptado do editor de partituras Musescore (2021).<br>\nFigura 3 Compara&#xE7;&#xE3;o de acordes relativos e seus geradores.\n<p>Na Figura 3, temos os acordes geradores e seus relativos, nos quais as notas compartilhadas est&#xE3;o em cores iguais.<\/p>\n<p>&#xC9; conveniente, ent&#xE3;o, inferirmos que os acordes de I, IV e V graus s&#xE3;o substitu&#xED;veis por outros acordes similares, mas mantendo a mesma fun&#xE7;&#xE3;o. Esse recurso possui as denomina&#xE7;&#xF5;es &#x201C;fun&#xE7;&#xE3;o relativa&#x201D; e &#x201C;fun&#xE7;&#xE3;o antirrelativa&#x201D;, as quais, tamb&#xE9;m, poder&#xE3;o ser chamadas de &#x201C;fun&#xE7;&#xE3;o antiparalela&#x201D; (os exemplos est&#xE3;o entre par&#xEA;nteses na Figura 4). <\/p>\n<p>Acompanhe o exemplo a seguir:<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F4C2-1024x101.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"101\"\/><strong>Fonte<\/strong>: adaptado do editor de partituras Musescore (2021).<br>\nFigura 4 Campo harm&#xF4;nico com inser&#xE7;&#xE3;o de acordes antirrelativos.\n<p>Na Figura 4, note que o acorde de VII grau, por conter o tr&#xED;tono (entre as notas Si e F&#xE1;), &#xE9; considerado, funcionalmente, como a pr&#xF3;pria dominante, com s&#xE9;tima menor, mas sem sua fundamental, conforme &#xE9; poss&#xED;vel ver na Figura 4, anotado sob a cifra &#x201C;Dssf&#x201D; (dominante sem som fundamental), e pode tamb&#xE9;m ser anotado como V ou D cortado por uma linha (&#xD0;). <\/p>\n<p>Lembramos que o tr&#xED;tono &#xE9; o intervalo mais tenso da hist&#xF3;ria da m&#xFA;sica e &#xE9; constitu&#xED;do por tr&#xEA;s tons inteiros, podendo ser intervalos de 4&#xAA; aumentada ou intervalos de 5&#xAA; diminuta.<\/p>\n<p>A seguir, confira alguns exemplos de intervalos que formam tr&#xED;tonos:<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F5C2-1024x185.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"185\"\/><strong>Fonte<\/strong>: adaptado do editor de partituras Musescore (2021).<br>\nFigura 5 Exemplos de intervalos que formam tr&#xED;tonos.\n<p>Al&#xE9;m das fun&#xE7;&#xF5;es relativas, podemos encontrar as antirrelativas, tamb&#xE9;m chamadas de antiparalelas (do alem&#xE3;o &#x201C;<em>gegenparallel<\/em>&#x201C;). Note que os acordes s&#xE3;o os mesmos que os anteriores, mas foram rotacionados dentro da escala, a fim de ocupar novas fun&#xE7;&#xF5;es. A exce&#xE7;&#xE3;o fica a cargo da dominante antirrelativa ou antiparalela, em que consideramos a armadura de clave da tonalidade da pr&#xF3;pria dominante (no caso, Sol Maior, portanto, um sustenido &#x2013; F&#xE1;#), a fim de que se evite a repeti&#xE7;&#xE3;o do acorde de VII grau, que, como dito, &#xE9; a pr&#xF3;pria dominante com s&#xE9;tima menor, sem sua fundamental.<\/p>\n<p>Assim, &#xE9; poss&#xED;vel substituir os acordes originais por seus equivalentes em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; sua fun&#xE7;&#xE3;o. Por exemplo: a subdominante (IV grau &#x2013; F&#xE1; Maior) pode ser substitu&#xED;da pela subdominante relativa (II grau &#x2013; R&#xE9; Menor), sem preju&#xED;zos &#xE0; flu&#xEA;ncia e ao discurso harm&#xF4;nico.<\/p>\n<p>&#xC9; importante ressaltar que o movimento harm&#xF4;nico interno de uma m&#xFA;sica tonal segue uma l&#xF3;gica que faz o sistema e a altern&#xE2;ncia entre tens&#xE3;o e repouso, ou sua constru&#xE7;&#xE3;o gradual, funcionarem segundo regras historicamente constru&#xED;das, por meio do fazer musical ao longo do tempo, de modo que quebrar tais regras pode desmontar o discurso harm&#xF4;nico, tornando a m&#xFA;sica modal (baseada em modos), em vez de tonal. Isso, de fato, n&#xE3;o &#xE9; nenhum problema sob o ponto de vista est&#xE9;tico, e pode, inclusive, ser um elemento gerador de interesse em seu arranjo; contudo, do ponto de vista das regras do sistema tonal, trata-se de um erro. Se sua inten&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o for criar um &#x201C;modalismo&#x201D; (desenvolvimento do discurso musical, a partir dos modos lit&#xFA;rgicos ou gregorianos) em um dado trecho do arranjo,&#xA0; fique atento ao Quadro 1, que resume os caminhos harm&#xF4;nicos (progress&#xF5;es) mais usuais dentro do sistema tonal, sem preju&#xED;zo para o discurso harm&#xF4;nico:<\/p>\n<p><strong>Quadro <\/strong>1 Progress&#xF5;es harm&#xF4;nicas:<\/p>\n<table width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><strong>GRAU<\/strong><\/td>\n<td><strong>SEGUIDO FREQUENTEMENTE POR:<\/strong><\/td>\n<td><strong>SEGUIDO &#xC0;S VEZES POR:<\/strong><\/td>\n<td><strong>SEGUIDO RARAMENTE POR:<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>&#xA0;&#xA0;&#xA0; I<\/td>\n<td>IV ou V<\/td>\n<td>VI<\/td>\n<td>II ou III<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>&#xA0;&#xA0; II<\/td>\n<td>V<\/td>\n<td>VI<\/td>\n<td>I, II ou III<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>&#xA0;&#xA0; III<\/td>\n<td>VI<\/td>\n<td>IV<\/td>\n<td>II ou V<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>&#xA0;&#xA0; IV<\/td>\n<td>V<\/td>\n<td>I ou II<\/td>\n<td>III ou VI<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>&#xA0;&#xA0; V<\/td>\n<td>I<\/td>\n<td>VI ou IV<\/td>\n<td>III ou II<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>&#xA0;&#xA0; VI<\/td>\n<td>II ou V<\/td>\n<td>III ou IV<\/td>\n<td>I<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>&#xA0; VII<\/td>\n<td>III<\/td>\n<td>&#xB7;<\/td>\n<td>&#xB7;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>Fonte<\/strong>: adaptado de Piston (1959, p. 17).<\/p>\n<p>&#xC9; v&#xE1;lido dizer, por&#xE9;m, que, no caso de tonalidades menores, o campo harm&#xF4;nico ser&#xE1; composto de maneira diferente: primeiro, devemos sempre utilizar a Escala Menor Harm&#xF4;nica, a fim de contemplarmos o movimento de Sens&#xED;vel no s&#xE9;timo grau e possibilitar a fun&#xE7;&#xE3;o de dominante ser um acorde maior; depois, para os outros graus, consideramos a Escala Menor Natural. Dessa forma, tomando como exemplo L&#xE1; Menor, dispomos do campo harm&#xF4;nico, conforme mostra a Figura 6.<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F6C2-1024x104.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"104\"\/><strong>Fonte<\/strong>: adaptado do editor de partituras Musescore (2021).<br>\nFigura 6 Campo harm&#xF4;nico nas tonalidades: menor modal e harm&#xF4;nico.\n\t<p><strong>Aten&#xE7;&#xE3;o!<\/strong><\/p>\n<p>b &#x2013; Dominante com 6&#xAA; menor.<\/p>\n<p>N6 ou Nap 6 &#x2013; Acorde de 6&#xAA; Napolitana.<\/p>\n<p>Dssf &#x2013; D &#x2013; Dominante sem som fundamental.<\/p>\n\t<p>No exemplo dado, o campo harm&#xF4;nico de L&#xE1; Menor est&#xE1; limitado pela barra dupla. Os quatro &#xFA;ltimos acordes do exemplo s&#xE3;o formados com o uso da Escala Menor Harm&#xF4;nica ou por meio de cromatismos, como &#xE9; o caso da subdominante Napolitana &#x2013; acorde de que trataremos nas pr&#xF3;ximas unidades. <\/p>\n<p>Por vezes, o acorde aumentado, analisado no exemplo como dominante com a sexta bemol no baixo (D6b), funciona como acorde de passagem ou apojatura sobre a dominante, com a nota do baixo tendendo a se resolver na quinta do acorde de dominante, especialmente no caso de a ter&#xE7;a desse acorde diminuto estar dobrada, refor&#xE7;ando sua fun&#xE7;&#xE3;o de dominante no contexto harm&#xF4;nico, uma vez que essa nota representa a fundamental da dominante da tonalidade.<\/p>\n<p>Esses acordes aparecem com certa frequ&#xEA;ncia na literatura musical, mas n&#xE3;o necessariamente fazem parte do campo harm&#xF4;nico de L&#xE1; Menor, embora possam ser usados como substitutos das fun&#xE7;&#xF5;es &#xE0;s quais est&#xE3;o relacionados, enriquecendo a harmonia.<\/p>\n<p>Observe que, dentro do campo harm&#xF4;nico de L&#xE1; Menor, existe um acorde que &#xE9; analisado de forma amb&#xED;gua pela teoria da Harmonia Funcional: o de segundo grau (II &#xF8;). Esse acorde, nas tonalidades menores, em geral, &#xE9; tomado como poss&#xED;vel substituto da subdominante, funcionando como subdominante relativa, por compartilhar duas notas com o acorde de subdominante no modo menor. N&#xE3;o obstante essa fun&#xE7;&#xE3;o, o acorde de segundo grau na tonalidade menor pode, ainda, aparecer como prepara&#xE7;&#xE3;o, como dominante da t&#xF4;nica relativa (terceiro grau das tonalidades menores), uma vez que possui, em sua forma&#xE7;&#xE3;o, o tr&#xED;tono que exige resolu&#xE7;&#xE3;o para esse grau da escala.<\/p>\n<p>Para saber mais sobre como criar uma harmonia simples a partir de uma melodia, assista ao v&#xED;deo a seguir:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/553504402\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>Dito isso, voltemos &#xE0; melodia de <em>O cravo e a rosa<\/em>, analisada primeiramente, com os graus principais da tonalidade.<\/p>\n<p>Agora, note na figura a seguir, que as fun&#xE7;&#xF5;es foram trocadas. Vale lembrar que, para fins de finaliza&#xE7;&#xE3;o de frase, ou mesmo da m&#xFA;sica, os movimentos cadenciais s&#xE3;o importantes, e tais movimentos s&#xE3;o constru&#xED;dos, basicamente, sobre a rela&#xE7;&#xE3;o dominante-t&#xF4;nica. Assim, n&#xE3;o &#xE9; eficaz, do ponto de vista das regras harm&#xF4;nicas, substituir as fun&#xE7;&#xF5;es de dominante e de t&#xF4;nica em cad&#xEA;ncias, tanto em finais de frase quanto, sobretudo, no fim do arranjo. &#xC9; v&#xE1;lido dizer que, ao substituir a fun&#xE7;&#xE3;o de t&#xF4;nica por sua relativa (mais frequente) ou antirrelativa (menos frequente) em uma cad&#xEA;ncia V-I, o efeito que se obt&#xE9;m &#xE9; conhecido como &#x201C;cad&#xEA;ncia deceptiva&#x201D; (cad&#xEA;ncia de engano), suspendendo, momentaneamente, a resolu&#xE7;&#xE3;o harm&#xF4;nica da tonalidade e, consequentemente, da frase.<\/p>\n<p>Veja a Figura 7:<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F7C2-1024x238.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"238\"\/><strong>Fonte<\/strong>: Silva (2016).<br>\nFigura 7 Harmoniza&#xE7;&#xE3;o com cad&#xEA;ncia deceptiva ou cad&#xEA;ncia de engano.\n<p>Assista ao v&#xED;deo a seguir, que aborda o exemplo mencionado anteriormente:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Campo Harm&#xF4;nico Completo - Fig. 4 - P&#xE1;g 22 CRC\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ItIer-K4GwE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>A seguir, falaremos sobre a rearmoniza&#xE7;&#xE3;o. Mas, antes de dar continuidade, responda &#xE0; quest&#xE3;o autoavaliativa proposta!<\/p>\n<div class=\"h5p-iframe-wrapper\"><iframe id=\"h5p-iframe-9\" class=\"h5p-iframe\" data-content-id=\"9\" style=\"height:1px\" src=\"about:blank\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" title=\"C2-Q1\"><\/iframe><\/div>\n<h2>2. Rearmoniza&#xE7;&#xE3;o<\/h2>\n<p>Rearmonizar &#xE9; dar sofistica&#xE7;&#xE3;o a uma harmonia j&#xE1; feita, por meio do uso de acordes que d&#xE3;o um colorido diferente, produzindo variedade est&#xE9;tica e maior interesse. Essa mudan&#xE7;a de acordes pode ser simples ou complexa, dependendo do objetivo a ser alcan&#xE7;ado. Classificamos esses acordes como: acordes alheios ao campo harm&#xF4;nico. A partir de agora, vamos tratar deles.<\/p>\n<p>O primeiro grupo dessa categoria s&#xE3;o as <strong>dominantes individuais<\/strong> ou <strong>dominantes secund&#xE1;rias<\/strong>. Esses acordes normalmente s&#xE3;o inseridos antes da fun&#xE7;&#xE3;o principal &#xE0; qual se relacionam e criam tens&#xE3;o, que &#xE9; logo resolvida no acorde a que est&#xE3;o relacionados, fazendo com que este funcione como sua t&#xF4;nica.<\/p>\n<p>&#xC9; importante ressaltar, contudo, que o acorde de dominante individual gera impulso, direcionando o discurso harm&#xF4;nico, de modo que o uso de tal recurso para fins de rearmoniza&#xE7;&#xE3;o deve ser consciente, a fim de que o discurso harm&#xF4;nico n&#xE3;o fique sem sentido.<\/p>\n<p>Mudan&#xE7;as s&#xFA;bitas e r&#xE1;pidas de acordes geram tens&#xE3;o, uma vez que criam o adensamento do n&#xFA;mero de tens&#xF5;es e repousos em um menor espa&#xE7;o de tempo. Como recurso de intensifica&#xE7;&#xE3;o da tens&#xE3;o, isso pode funcionar de maneira interessante. Ademais, &#xE9; preciso cuidado: o acorde de dominante individual deve, de alguma maneira, contemplar a nota presente da melodia, fazendo-a desempenhar o papel de disson&#xE2;ncia como tens&#xE3;o dispon&#xED;vel (s&#xE9;tima menor, nona maior ou menor, d&#xE9;cima primeira aumentada, d&#xE9;cima terceira maior ou menor), ou integrar as notas do pr&#xF3;prio acorde.<\/p>\n<p>&#xC9; preciso dizer, ainda, que os acordes de dominantes individuais se enquadram dentro dos chamados &#x201C;Acordes de Empr&#xE9;stimo Modal&#x201D;, ou AEM (GUEST, 2009), nem sempre pertencendo, portanto, &#xE0; tonalidade na qual a melodia est&#xE1; constru&#xED;da. Isso enriquece as possibilidades harm&#xF4;nicas e mel&#xF3;dicas, uma vez que &#xE9; poss&#xED;vel utilizar notas referentes a esses acordes e que nem sempre pertencem &#xE0; escala sobre a qual a melodia principal est&#xE1; constru&#xED;da.<\/p>\n<p>Veja a Figura 8 a seguir:<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F8C2.png\" alt=\"\" width=\"980\" height=\"367\"\/><strong>Fonte<\/strong>: Silva (2016).<br>\nFigura 8 <em>O cravo e a rosa<\/em>, rearmonizada pelo uso de dominantes individuais.\n<p>No exemplo da Figura 8, vemos que:<\/p>\n<ul>\n<li>O acorde de B &#xE9; a dominante individual de Em.<\/li>\n<li>O acorde de E &#xE9; a dominante individual de Am.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para melhor compreens&#xE3;o sobre a rearmoniza&#xE7;&#xE3;o por meio das <strong>dominantes individuais<\/strong>, assista ao v&#xED;deo indicado a seguir:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Dominantes Individuais - figura 5 - p&#xE1;gina 23\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/5qvJ6N0KWzg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3>Acorde de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel (acorde diminuto)<\/h3>\n<p>Outro acorde importante, quando falamos em possibilidades de rearmoniza&#xE7;&#xE3;o, &#xE9; o acorde de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel (conhecido, algumas vezes, como &#x201C;acorde diminuto&#x201D;). Por sua natureza inst&#xE1;vel &#x2013; haja vista ser constru&#xED;do pelo empilhamento de ter&#xE7;as menores, que resulta em dois tr&#xED;tonos intercalados -, tal acorde pode ser utilizado para substituir a pr&#xF3;pria dominante da tonalidade ou, ainda, uma dominante individual. Vale dizer que s&#xF3; existem tr&#xEA;s acordes de S&#xE9;tima de Sens&#xED;vel (D&#xF3;-Mib-Solb-L&#xE1;; D&#xF3;#-Mi-Sol-Sib; R&#xE9;-F&#xE1;-L&#xE1;b-Si), posto que os outros s&#xE3;o, na verdade, invers&#xF5;es dos &#xFA;nicos tr&#xEA;s existentes. <\/p>\n<p>Observe a Figura 9:<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F9C2.png\" alt=\"\" width=\"980\" height=\"387\"\/><strong>Fonte<\/strong>: Silva (2016).<br>\nFigura 9 Rearmoniza&#xE7;&#xE3;o usando acorde de 7&#xAA; de dominante (diminuto).\n<p>No exemplo da Figura 9, vemos que:<\/p>\n<ul>\n<li>D#&#xB0; &#xE9; Acorde de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel de Em.<\/li>\n<li>B&#xB0; &#xE9; Acorde de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel de C.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Antes de dar continuidade, assista ao v&#xED;deo a seguir, o qual demonstra a rearmoniza&#xE7;&#xE3;o usando acorde de 7&#xAA; de dominante.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Rearmoniza&#xE7;&#xE3;o  com Acordes de 7a Sens&#xED;vel - Acorde Diminuto\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7c5Zd_kORX4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>E que tal agora voc&#xEA; responder &#xE0; quest&#xE3;o proposta a seguir para verificar se assimilou o conte&#xFA;do apresentado at&#xE9; este momento? Se perceber que ainda est&#xE1; com d&#xFA;vidas, retome a leitura e tente novamente!<\/p>\n<div class=\"h5p-iframe-wrapper\"><iframe id=\"h5p-iframe-10\" class=\"h5p-iframe\" data-content-id=\"10\" style=\"height:1px\" src=\"about:blank\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" title=\"C2-Q2\"><\/iframe><\/div>\n<p>Deixemos agora os acordes alheios ao campo harm&#xF4;nico, sobre os quais voltaremos logo mais (na Unidade 5), para falar sobre novas possibilidades, e passemos a outros assuntos: transposi&#xE7;&#xE3;o, modula&#xE7;&#xE3;o e ponte modulat&#xF3;ria.<\/p>\n<h2>3. Transposi&#xE7;&#xE3;o musical<\/h2>\n<p>&#x201C;Transposi&#xE7;&#xE3;o&#x201D;, em terminologia musical, refere-se ao processo de modificar a altura de uma nota<i>, <\/i>escala ou melodia em um intervalo constante. Transpor uma melodia &#xE9;, tamb&#xE9;m, mudar a tonalidade da mesma. Esse recurso &#xE9; frequentemente utilizado quando a partitura, cifra ou tablatura &#xE9; incompat&#xED;vel com a voz ou o instrumento tocado.<\/p>\n<p>Observe os exemplos a seguir. Na Figura 10, temos tipos de transposi&#xE7;&#xE3;o por intervalos e por mudan&#xE7;a de armadura e, nas Figuras 11 e 12, casos de transposi&#xE7;&#xE3;o a partir de melodias:<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F10C2-1024x450.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"450\"\/><\/p>\n<strong>Fonte<\/strong>: adaptada do editor de partituras Musescore (2021).<br>\nFigura 10 Exemplos de transposi&#xE7;&#xE3;o por intervalos e por mudan&#xE7;a de armadura.\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/Fig-11-1024x666.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"666\"\/><strong>Fonte<\/strong>: adaptada do editor de partituras Musescore (2021) e Castro (2021).<br>\nFigura 11 Exemplo de transposi&#xE7;&#xE3;o a partir de melodias.\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/Fig-12-corrogida.jpg-1024x504.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"504\"\/><strong>Fonte<\/strong>: adaptada do editor de partituras Musescore (2021) e Castro (2021).<br>\nFigura 12 Exemplo de transposi&#xE7;&#xE3;o a partir de melodias.\n<h5>Tonalidades maiores s&#xF3; poder&#xE3;o ser transpostas para novas tonalidades maiores, assim como tonalidades menores s&#xF3; poder&#xE3;o ser transpostas para tonalidades menores.<\/h5>\n<p>Assista ao v&#xED;deo a seguir, que apresenta alguns exemplos de transposi&#xE7;&#xE3;o.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Como Pensar Uma Transposi&#xE7;&#xE3;o Musical?\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Jii4YHf6VFI?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Sugerimos, agora, que voc&#xEA; fa&#xE7;a uma pausa na sua leitura e reflita sobre sua aprendizagem, realizando a quest&#xE3;o a seguir:<\/p>\n<div class=\"h5p-iframe-wrapper\"><iframe id=\"h5p-iframe-11\" class=\"h5p-iframe\" data-content-id=\"11\" style=\"height:1px\" src=\"about:blank\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" title=\"C2-Q3\"><\/iframe><\/div>\n<h2>4. Modula&#xE7;&#xE3;o<\/h2>\n<p>Trata-se do movimento que leva a melodia de uma tonalidade a outra, num processo musical cont&#xED;nuo. A modula&#xE7;&#xE3;o poder&#xE1; acontecer em pequenas partes da m&#xFA;sica ou em uma proposta final para o trabalho de duas tonalidades, iniciando em um tom e finalizando com a modula&#xE7;&#xE3;o para um novo tom.<\/p>\n<p>Assim sendo, com esse importante recurso, apontamos o uso de modula&ccedil;&atilde;o (mudan&ccedil;a de tonalidade), como ferramenta geradora de interesse harm&ocirc;nico. Vale ressaltar que algumas can&ccedil;&otilde;es j&aacute; possuem modula&ccedil;&otilde;es em suas vers&otilde;es originais. Cabe a voc&ecirc;, na condi&ccedil;&atilde;o de arranjador, considerando as quest&otilde;es circunstanciais relativas ao seu arranjo (como dificuldade t&eacute;cnica, motiva&ccedil;&atilde;o, <span class=\"glossaryLink\"  aria-describedby=\"tt\"  data-cmtooltip=\"&lt;div class=glossaryItemTitle&gt;Instrumenta&ccedil;&atilde;o&lt;\/div&gt;&lt;div class=glossaryItemBody&gt;Conhecimentos t&eacute;cnicos relativos ao funcionamento de cada instrumento e voz, suas tessituras, possibilidades ag&oacute;gicas e usos comuns e incomuns dentro de uma m&uacute;sica (DOURADO, 2004).&lt;\/div&gt;\"  data-gt-translate-attributes='[{\"attribute\":\"data-cmtooltip\", \"format\":\"html\"}]'  tabindex='0' role='link'>instrumenta&ccedil;&atilde;o<\/span> etc.), decidir se vai respeitar ou n&atilde;o tais modula&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>Note que a modifica&#xE7;&#xE3;o de tal par&#xE2;metro musical altera o discurso, especialmente se a m&#xFA;sica for conhecida pelo p&#xFA;blico, o que pode afetar o resultado art&#xED;stico do seu arranjo. No caso de melodias folcl&#xF3;ricas, por exemplo, dadas sua natureza simples e a liberdade para harmoniz&#xE1;-las, &#xA0;modular &#xE9; um recurso interessante para gerar riqueza art&#xED;stica no discurso musical.<\/p>\n<h2>5. Ponte modulat&#xF3;ria<\/h2>\n<p>Segundo Dourado (2004, p. 259), de forma gen&#xE9;rica, ponte modulat&#xF3;ria refere-se a qualquer trecho de liga&#xE7;&#xE3;o entre tonalidades diferentes em uma modula&#xE7;&#xE3;o.<\/p>\n<p>Analisando a partitura de <em>Vou vivendo<\/em> (Figura 13), chorinho de Pixinguinha e Benedito Lacerda, percebemos que a composi&#xE7;&#xE3;o passa por 3 tonalidades, usando as pontes modulat&#xF3;rias: de F para Dm (compasso 17) e de Dm para Bb (compasso 34). Diante disso, as tonalidades s&#xE3;o transformadas sem chamar muita aten&#xE7;&#xE3;o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F13C2.png\" alt=\"\" width=\"565\" height=\"800\"\/>Figura 13 <a href=\"https:\/\/www.superpartituras.com.br\/pixinguinha\/vou-vivendo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Partitura de <em>Vou vivendo<\/em><\/a>.<\/p>\n<p>Basicamente, &#xE9; poss&#xED;vel modular a tonalidade a partir do uso de cinco recursos, a saber: acordes piv&#xF4;s, de dominantes individuais, acordes de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel, deslizamento crom&#xE1;tico e tonalidades hom&#xF4;nimas.<\/p>\n<p>A partir de agora, vamos nos debru&#xE7;ar sobre cada um desses recursos.<\/p>\n<h3>Modula&#xE7;&#xE3;o por acorde piv&#xF4;<\/h3>\n<p>A <strong>modula&#xE7;&#xE3;o por acorde piv&#xF4;<\/strong> consiste em utilizar um mesmo acorde que perten&#xE7;a a duas tonalidades diferentes, como ponte para a nova tonalidade.<\/p>\n<p>Observe o exemplo da Figura 14 e note que o acorde piv&#xF4; serve de passagem para o novo ambiente tonal; isso, por&#xE9;m, n&#xE3;o dispensa a afirma&#xE7;&#xE3;o da tonalidade por meio do uso da dominante da nova tonalidade (lembre-se de que o estabelecimento de uma tonalidade depende, necessariamente, das rela&#xE7;&#xF5;es de tens&#xE3;o e repouso existentes entre a t&#xF4;nica e a dominante).<\/p>\n<p>Assim, ainda de acordo com o exemplo da figura, note que o acorde final da primeira parte, D&#xF3; Maior (C), funciona como liga&#xE7;&#xE3;o (piv&#xF4;) entre a tonalidade de partida (D&#xF3; Maior &#x2013; I grau) e a de chegada (Sol Maior), desempenhando a fun&#xE7;&#xE3;o de subdominante da nova tonalidade. O acorde piv&#xF4; serve de ponte para a aproxima&#xE7;&#xE3;o da dominante da nova tonalidade, que &#xE9; o acorde de R&#xE9; Maior com s&#xE9;tima de dominante. A afirma&#xE7;&#xE3;o da nova tonalidade vem logo no terceiro compasso.<\/p>\n<p>Repare, tamb&#xE9;m, que a melodia foi transposta, caracterizando, assim, a modula&#xE7;&#xE3;o. Caso ela fosse mantida no mesmo tom, n&#xE3;o haveria modula&#xE7;&#xE3;o e o acorde de R&#xE9; Maior funcionaria apenas como um acorde de empr&#xE9;stimo modal, retirado do campo harm&#xF4;nico da dominante.<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F14C2-1024x568.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"568\"\/><strong>Fonte<\/strong>: Silva (2016).<br>\nFigura 14 Modula&#xE7;&#xE3;o por acorde piv&#xF4; &#x2013; C &#xE9; I grau e tamb&#xE9;m IV grau na nova tonalidade.\n<h3>Modula&#xE7;&#xE3;o por acordes de dominantes individuais<\/h3>\n<p>O uso de dominantes individuais nesses casos d&#xE1;-se de maneira parecida com seu uso para a rearmoniza&#xE7;&#xE3;o; contudo, enquanto, na rearmoniza&#xE7;&#xE3;o, permanecemos na mesma tonalidade em que est&#xE1;vamos antes do aparecimento da dominante individual, no caso de uma modula&#xE7;&#xE3;o, devemos ir para uma tonalidade nova e reafirm&#xE1;-la pela reitera&#xE7;&#xE3;o de um gesto cadencial ou encadeamento. O uso de dominantes individuais para modula&#xE7;&#xE3;o &#xE9; particularmente eficaz quando se deseja ir para tonalidades mais distantes. Observe a Figura 15.<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F15C2-1024x556.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"556\"\/><strong>Fonte<\/strong>: Silva (2016).<br>\nFigura 15 Modula&#xE7;&#xE3;o por meio do uso de dominante individual ou secund&#xE1;ria.\n<p>Para ouvir\/ver o exemplo sobre modula&#xE7;&#xE3;o por acorde piv&#xF4;, acesse o link do v&#xED;deo indicado a seguir:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Modula&#xE7;&#xE3;o e Ponte Modulat&#xF3;ria  a partir do  Acorde Piv&#xF4;\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/_zmVkc6FPS8?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3>Modula&#xE7;&#xE3;o por acordes de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel<\/h3>\n<p>O uso do acorde de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel &#xE9; particularmente eficaz para transitar para as tonalidades distantes ou para a mudan&#xE7;a de modos (do Maior para o Menor, por exemplo), dada, sobretudo, sua natureza inst&#xE1;vel. Como cada um dos tr&#xEA;s acordes disp&#xF5;e de dois tr&#xED;tonos em sua configura&#xE7;&#xE3;o, &#xE9; poss&#xED;vel transitar para cada uma das 24 tonalidades existentes, sem muito preparo, utilizando-se apenas deslizamento crom&#xE1;tico, ou seja, a altera&#xE7;&#xE3;o por semitons das notas de um acorde.<\/p>\n<p>A estabiliza&#xE7;&#xE3;o da nova tonalidade, mediante a reafirma&#xE7;&#xE3;o cadencial, n&#xE3;o &#xE9; mandat&#xF3;ria no caso do uso de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel, sobretudo se a modula&#xE7;&#xE3;o for para tonalidades distantes, haja vista que a dist&#xE2;ncia em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; tonalidade de origem, por si s&#xF3;, por sua estranheza, em termos de dist&#xE2;ncia intervalar, j&#xE1; garante o reconhecimento e a reconfigura&#xE7;&#xE3;o auditiva das rela&#xE7;&#xF5;es dos sons na nova tonalidade. <\/p>\n<p>No exemplo da Figura 16 a seguir, a nova tonalidade (L&#xE1; Maior) foi reafirmada por meio da cad&#xEA;ncia V-I, antes da apresenta&#xE7;&#xE3;o da melodia na nova tonalidade.<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F16C2-1024x576.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"576\"\/><strong>Fonte<\/strong>: Silva (2016).<br>\nFigura 16 Modula&#xE7;&#xE3;o por meio do uso do acorde de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel (acorde diminuto).\n<p>Assista ao v&#xED;deo a seguir para conhecer exemplos de modula&#xE7;&#xE3;o por acordes de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel.<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"COMPOSI&#xC7;&#xC3;O E ARRANJOS PEDAG&#xD3;GICOS: MODULANDO COM O ACORDE DE 7a DE SENS&#xCD;VEL\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/NTI4CfvrQmg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<h3>Modula&#xE7;&#xE3;o por deslizamentos crom&#xE1;ticos<\/h3>\n<p>&#xC9; poss&#xED;vel a modula&#xE7;&#xE3;o para uma outra tonalidade por deslizamento crom&#xE1;tico simples, alterando-se todas as notas de um acorde cromaticamente. &#xC9; importante lembrar que &#x201C;cromatismo&#x201D; &#xE9; a forma&#xE7;&#xE3;o de frase, motivo, parte etc. musical com notas da escala crom&#xE1;tica (em semitons). Nesse caso, para se garantir a efic&#xE1;cia da modula&#xE7;&#xE3;o ao estabelecer a nova tonalidade, recomenda-se a reafirma&#xE7;&#xE3;o cadencial da nova tonalidade. Observe a Figura 17:<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F17C2-1024x581.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"581\"\/><strong>Fonte<\/strong>: Silva (2016).<br>\nFigura 17 Modula&#xE7;&#xE3;o por deslizamento crom&#xE1;tico.\n<h3>Modula&#xE7;&#xE3;o por tonalidades hom&#xF4;nimas<\/h3>\n<p>Por &#xFA;ltimo, &#xE9; poss&#xED;vel modular por <b>tonalidades hom&#xF4;nimas<\/b>, isto &#xE9;, por tonalidades que t&#xEA;m o mesmo nome de nota, mas est&#xE3;o em modos diferentes (por exemplo: D&#xF3; Maior e D&#xF3; Menor). Perceba que, no exemplo, a dominante de ambas as tonalidades, D&#xF3; Maior e D&#xF3; Menor, &#xE9; a mesma. Assim, basta usar essa mesma fun&#xE7;&#xE3;o como ponte entre as duas tonalidades. Perceba, ainda, que as alturas da melodia praticamente se mant&#xEA;m, sendo modificadas, obviamente, aquelas que pertencem &#xE0; tonalidade hom&#xF4;nima (no caso, D&#xF3; Menor). Veja a Figura 18:<\/p>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-content\/uploads\/sites\/165\/2019\/11\/F18C2-1024x582.png\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"582\"\/><strong>Fonte<\/strong>: Silva (2016).<br>\nFigura 18 Modula&#xE7;&#xE3;o para tonalidade hom&#xF4;nima.\n<p>Assista a um exemplo de modula&#xE7;&#xE3;o para tonalidades hom&#xF4;nimas no v&#xED;deo a seguir:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"COMPOSI&#xC7;&#xC3;O E ARRANJOS PEDAG&#xD3;GICOS - TONALIDADES HOM&#xD4;NIMAS - COMO PENS&#xC1;-LAS?\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JB3eKejZ0Kw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>Sugerimos, agora, que assista ao v&#xED;deo a seguir e entenda como harmonizar uma melodia, a partir de uma partitura. Em seguida, responda &#xE0; quest&#xE3;o para verificar como est&#xE1; sua aprendizagem.&#xA0;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/player.vimeo.com\/video\/553505513\" width=\"640\" height=\"360\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<div class=\"h5p-iframe-wrapper\"><iframe id=\"h5p-iframe-19\" class=\"h5p-iframe\" data-content-id=\"19\" style=\"height:1px\" src=\"about:blank\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" title=\"C2-Q4\"><\/iframe><\/div>\n<h2>6. Considera&#xE7;&#xF5;es<\/h2>\n<p>Caro aluno! Estamos finalizando a Unidade 2, no qual tivemos a oportunidade de nos aprofundarmos um pouco mais no universo da Harmonia, bem como em seus desdobramentos na arte da rearmoniza&#xE7;&#xE3;o. Vimos, tamb&#xE9;m, conte&#xFA;dos de muita import&#xE2;ncia, como transposi&#xE7;&#xE3;o, modula&#xE7;&#xF5;es por acordes piv&#xF4;s, dominantes individuais, 7&#xAA; de Sens&#xED;vel, cromatismo e tonalidades hom&#xF4;nimas. E todos esses conte&#xFA;dos, al&#xE9;m de serem de enorme import&#xE2;ncia na arte do arranjo, servir&#xE3;o de base para os pr&#xF3;ximas unidades. Sigamos!<\/p>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Objetivos Revisitar os conte&#xFA;dos da disciplina&#xA0;Harmonia, observando as compet&#xEA;ncias que dialogam com o universo do&#xA0;arranjo. Compreender os conceitos relacionados a sofistica&#xE7;&#xE3;o harm&#xF4;nica, ou seja, a&#xA0;rearmoniza&#xE7;&#xE3;o. Perceber a import&#xE2;ncia da inser&#xE7;&#xE3;o de acordes alheios no campo harm&#xF4;nico, como dominantes individuais e acordes de 7&#xAA; de Sens&#xED;vel. Adquirir habilidades e compreender o trabalho de modula&#xE7;&#xE3;o e transposi&#xE7;&#xE3;o&#x2026;<\/p>\n","protected":false},"author":25,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-1987","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ciclos-de-aprendizagem"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1987","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/users\/25"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1987"}],"version-history":[{"count":21,"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1987\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2973,"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1987\/revisions\/2973"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1987"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1987"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/md.claretiano.edu.br\/comarrped-g00374-dez-2021-grad-ead\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1987"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}